Rombo de quase 1 trilhão nos cofres da União

Durante os governos lulopetistas, tivemos um rombo de quase R$ 1 trilhão nos cofres da União, via repasses para o BNDES – Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, conforme nota publicada hoje no jornal O Globo, a seguir transcrita. Trata-se de um escândalo de gigantescas proporções, uma loucura, uma agressão jamais imaginada ao Erário federal, típica da irresponsabilidade absoluta, levada às últimas consequências pelas administrações de Lula e Dilma. O governo tomava recursos emprestados no mercado pagando juros de 14,25% e repassava às empresas eleitas, selecionadas e do coração lulopetista, cobrando em torno de 5% ao ano, através do BNDES. Aí repousam também os grandes e milionários esquemas de propinas que abasteciam a tesouraria do PT e as campanhas de seus candidatos. Há algo de podre e de muito fétido em todas as operações contratadas com os maiores conglomerados empresariais do país, como Odebrecht, JBS e outros.

“O custo JBS & cia

O caso JBS-Temer está levando parlamentares a realizar uma exumação nos empréstimos do BNDES, entre 2008 e 2014, quando o banco injetou dinheiro barato em empresas selecionadas pelos governos Lula e Dilma (os “campeões nacionais”) para que pudessem comprar outras empresas no exterior. Ontem, o senador Álvaro Dias (PV-PR) apresentou no plenário resultados de uma análise preliminar: em um período de seis anos, a União emprestou ao BNDES um total de R$ 716 bilhões. Como o Tesouro Nacional não dispunha do dinheiro, o governo foi ao mercado privado. Tomou recursos pagando juros de mercado, a 14,25% ao ano pela taxa Selic, e repassou à JBS, Odebrecht e outras empresas ao custo entre 5%e 6%, pela TJLP. Negócio de mãe para filho. O resultado, lembrou, é um subsídio sem precedentes, de R$184 bilhões. “A sociedade vai pagar por isso até o ano de 2060”, disse Dias. Faltam 42 anos para liquidar a conta”.

Deixe um comentário