Retrato do Rio, retrato do Brasil, no caso da prisão de Picciani et caterva

Na fotografia, os deputados presos, Edson Albertassi, Paulo Melo e Jorge Picciani, um trio dos mais emblemáticos do Brasil atual.

No julgamento do pedido de prisão dos três deputados da Assembleia do Rio, Jorge Picciani, Paulo Melo e Edson Albergasse, vale conferir o que disseram desembargadores federais e a procuradora da República:

“A reiteração criminosa é evidente. A prisão se torna, assim, adequada e necessária. Os sujeitos não param. Quem sabe a prisão possa pará- los”. Marcelo Granato

“Fazer política não é criar regras capazes de beneficiar estruturas financeiras mediante pagamento de propina”
Abel Gomes

“Entendo que o Rio de Janeiro está sem paz, carece de paz, a sociedade do Rio não tem paz e atribui isso a essas pessoas. Lamentavelmente, estas pessoas precisam ser afastadas do convívio da sociedade — assegurou. — O conjunto probatório é vasto. Eles não legislam em favor de quem os colocou lá, mas para as empresas. Estas condutas não constituíam fatos isolados, elas se encaixavam em um padrão estabelecido há mais ou menos 30 anos”. Messod Azulay Neto

“A gente considera essa decisão histórica, importante e absolutamente necessária, porque o enfrentamento à criminalidade organizada no Rio precisa de decisões corajosas e que enxerguem a realidade dessa situação. Estamos contentes porque a decisão atende aos reclames da sociedade”. Procuradora Regional da República, Silvana Batini, uma das representantes do MPF no julgamento.

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