Mais prejuízos causados por Dilma e Lula

O Brasil começou a levar calote dos países que tiveram obras da Odebrecht e outras empreiteiras financiadas pelo BNDES nos governos Lula e Dilma.

Segundo a Folha, os primeiros caloteiros são Angola, Moçambique e Venezuela, que, juntos, devem cerca de US$ 4 bilhões – cerca de R$ 13 bilhões na cotação de hoje.

Cláusulas marotas desses contratos preveem que, em caso de calote do país tomador, quem cobre a conta é o Fundo de Garantia à Exportação (FGE), cujos recursos saem do Tesouro Nacional.

Trocando em miúdo, doação premeditada para proteger irmãos de armas e ideais “libertários”.

E quanto à Pasadena, como a Petrobras está cobrindo o rombo de 1,2 bilhão de dólares que custou à estatal a irresponsável aventura de Dilma Rousseff, presidente do Conselho de Administração, e Graça Foster, presidente da empresa, na insana operação de aquisição de uma refinaria no Texas, EUA?

Enquanto isso, nada acontece com Dilma ou Graça. A justiça aparentemente não as alcança. Nenhuma responsabilidade lhes está sendo imputada. O dito ficou pelo não dito? Até quando?

Por outro lado, Lula e Dilma prestarão contas à nação desses rombos? O que dirão na campanha presidencial? O que pensa a militância? Assumirão o malogro da aventura em terras do Tio Sam, na bolivariana Venezuela e em África?

O custo da “farra” do PT no exterior é estimado em R$ 50 bilhões, o quanto foi despejado por Lula e Dilma em países governados por regimes ‘amigos’ – pelo menos três deles (Angola, Moçambique e Venezuela) já começaram a dar calote.

O certo mesmo é que esse passivo, além dos rombos da Petrobras, está sendo coberto pelos constantes e irrefreáveis aumentos dos combustíveis que tornaram a gasolina e o diesel no Brasil os mais caros do Planeta. A conta, ao fim e ao cabo, é apresentada ao povo brasileiro dia após dia.

Osiris Silva é economista e escritor.

Fonte das informações: O Antagonista – 29 de dezembro de 2017

 

Deixe um comentário